<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Migração on Allyson Oliveira</title><link>https://www.allysonoliveira.com.br/tags/migra%C3%A7%C3%A3o/</link><description>Recent content in Migração on Allyson Oliveira</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Sat, 09 Apr 2022 07:16:50 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://www.allysonoliveira.com.br/tags/migra%C3%A7%C3%A3o/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Migrando para uma infraestrutura agil</title><link>https://www.allysonoliveira.com.br/posts/projeto-sre-parte1/</link><pubDate>Sat, 09 Apr 2022 07:16:50 +0000</pubDate><guid>https://www.allysonoliveira.com.br/posts/projeto-sre-parte1/</guid><description>&lt;p>O objetivo desse blog é mostrar algumas tarefas do dia a dia como SRE e compartilhar dicas que possam ajudar outras pessoas.&lt;/p>
&lt;p>Atualmente, estou em um projeto que visa migrar um ambiente de TI legado e tradicional para uma &lt;em>infraestrutura ágil&lt;/em>. O que isso significa?&lt;/p>
&lt;p>O cliente possui uma infraestrutura de servidores, storage e switches, hospedada em um datacenter privado da empresa. Esse cenário era (ou ainda é) muito comum para vários segmentos do mercado.&lt;/p>
&lt;p>E como o cliente precisa de agilidade para entrega de novas features e também possui dificuldade para mensurar o crescimento de usuários que vão utilizar a app, ele precisa que a &lt;em>infraestrutura também seja ágil&lt;/em>. Não adianta nada o desenvolvedor entregar uma modificação na app no final da sprint sendo que o time de SRE/Sysadmins não consegue acompanhar essa velocidade. Partindo desse princípio, escolhemos um provedor de nuvem para suportar essas demandas e modificamos o &lt;em>&amp;ldquo;modus operandi&amp;rdquo;&lt;/em> do time, divulgando a cultura DevOps/SRE.&lt;/p>
&lt;h2 id="cultura-primeiro-ferramentas-depois">Cultura primeiro, ferramentas depois
&lt;/h2>&lt;p>&lt;strong>Como DevOps não é apenas ferramenta&lt;/strong>, realizamos alguns workshops e, com ajuda de um agile leader, ministramos algumas dinâmicas para melhorar o trabalho em comunidade e de maneira colaborativa. Essa é a parte mais difícil, pois muitas pessoas dizem que sabem trabalhar em grupo e que são bons companheiros de trabalho, mas na verdade, não são. E isso não se resume apenas a ajudar o coleguinha júnior. Eu sei que isso já deveria ser educação de cada um, mas ainda tem muita gente racista, xenofóbica e cheia de piadinhas constrangedoras em voz alta. Fora isso, é estar disponível para resolver um problema, entender que quando acontece alguma coisa no seu time você faz parte disso, entre outras coisas!&lt;/p>
&lt;h2 id="definindo-a-stack">Definindo a stack
&lt;/h2>&lt;p>&lt;img src="https://www.allysonoliveira.com.br/img/migracao-aws.png"
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alt="Arquitetura de Migração On-Premises para AWS"
>&lt;/p>
&lt;p>Temos muito trabalho para fazer, então mãos à obra! Não que esse jeito seja o correto ou o melhor, mas definimos assim:&lt;/p>
&lt;p>Escolhemos uma stack de ferramentas que utilizaríamos. É mais ou menos assim:&lt;/p>
&lt;p>&lt;img src="https://www.allysonoliveira.com.br/img/stack1.png"
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alt="Stack Devops"
>
&lt;img src="https://www.allysonoliveira.com.br/img/stack2.png"
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alt="Stack Devops"
>&lt;/p>
&lt;p>Enquanto trabalhávamos em melhorar a cultura da empresa, estávamos realizando o deploy das ferramentas — e a primeira que vou detalhar será o &lt;strong>Jenkins&lt;/strong>.&lt;/p>
&lt;p>Quer saber como instalar o Jenkins? Fique ligado nos próximos posts que irei detalhar um pouco mais sobre essa e outras ferramentas.&lt;/p></description></item></channel></rss>